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sábado, 12 de novembro de 2016

Sobre como ter a consciência leve

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Quem acredita em destino? Eu só afirmo com certeza que somos responsáveis pelo nosso próprio caminho e, é claro, também somos influenciados pelas escolhas de outras pessoas.



Assim que posso explicar como conheci as meninas:

Eu adoro me socializar com outras pessoas e outros habitats. Estar inteirada de vários assuntos me instiga. E também, como toda mulher, amo me cuidar. Começo de uma história especial e insana! Conheci as meninas através do grupo das assinantes da Glambox. Sim, simplesmente joguei meu número de celular para me adicionarem (sou fácil). Claro que “no fim” só ficaram as meninas com mais afinidades. Incrível! Somos tão diferentes e tão iguais ao mesmo tempo. Compartilho grande parte da minha vida com elas e realmente não me imagino mais sem elas.

Gargalhadas, choros, alegrias e decepções...  Nossas vidas são assim, uma roda gigante. Gostei muito da companhia delas e do jeito delas de verem o mundo. A ideia surgiu em criar blog e passar um pouco sobre nosso dia-a-dia com vocês!

Minha coluna fixa será toda a SÁBADO MOTIVACIONAL.

Quero mostrar meu lado doce, moleque e otimista para alegrar a todos que procuram um pouco de conforto e carinho. Espero interação mútua com meus leitores. Isso mesmo! Será nosso cantinho para conversar sobre a vida, debater problemas do nosso cotidiano e nos abrir. Florar nosso lindo universo interno.

E pensando nisso... como todos nós temos um lado negro que gostaríamos de trabalhar para deixar nossas vidas mais leves, o tema de hoje são passos para ter uma consciência leve.

“A consciência tranquila é o melhor travesseiro. ”

Trabalhando em um campo cujos indivíduos são puramente saudáveis mentalmente, a discussão de baseia em personalidades e comportamentos: Quero te dizer que o senso de justiça é essencialmente pessoal, ou seja, relativo a cada ponto de vista. Nunca existirá a justiça 100% correta, portanto, a opção de sofrer por algo que fizemos é nossa. A tortura mental (com possível consequência física) pode ser totalmente evitável. Com o tempo aprendi que não precisamos sofrer para demonstrar arrependimento e maturidade. “Viver” esse sofrimento é puramente romântico e antiquado. Se o outro, a quem machucamos, se sentir completo com essa tortura causada, sinto pena, porque isso não é a explicitação do amor puro e sim um orgulho mascarado.

1-   Portanto o primeiro passo é aprender a se perdoar.

2- Quando não se é possível perdoar, provavelmente é preciso aprender a se amar. Eu seria meu amigoO que mais gosto em mimQual qualidade física minha é mais bonita? Do que meu companheiro mais reclama sobre mim? Gostaria se fosse ao contrário?

3-  Quando não se ama, é preciso se conhecer. O medo pode ser grande de se olhar e reconhecer falhas. Será que meus erros são maiores que meus acertos? Será que o que estou fazendo é ruim ou má educação? Estou prejudicando alguém? Será que essas ações estão se tornando rotinas? O que está me levando a agir assim?

4-  Se conhecer não é fácil. Se auto julgar, pior ainda. Conseguir compartilhar nossos problemas com alguém de confiança ajuda consideravelmente a ampliar a dimensão deles no contexto.  Claro que não é fácil se abrir. Por que me mostrar frágil? Porque na verdade não estamos sendo humildes e aceitando que todos temos defeitos de caráter que podem ser trabalhados. Portanto, o último passo é o mais importante: não ter vergonha de procurar um especialista, seja médico psiquiatra e/ou psicólogo.

Viver leve é o resumo de tudo isso. Fazer sua parte no mundo em busca do respeito mútuo sem o dever de ter que se justificar ou sofrer. Reconhecer, aprender e recomeçar. Vamos ser felizes porque ainda há tempo!!! Ainda é sábado...

Até esqueci de me apresentar... Denise, prazer! ;)

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