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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Fast Fashion x Consumo Consciente

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Até um tempo atrás, as tendências da moda estavam restritas às estações, sendo apresentadas nos desfiles, revistas e comerciais com a chamada moda Primavera/Verão e Outono/Inverno, passando, em momento posterior, a apresentar novas tendências para cada uma das quatro estações e atualmente, vemos uma apresentação de novas tendências quase que a cada semana.


Esta é a chamada Fast Fashion – ou seja, moda rápida – onde se observa um processo de produção, comercialização e descarte de forma absurdamente rápida.
Para que isso ocorra, para que exista um consumo desenfreado, a indústria da moda começou a apresentar roupas, calçados e acessórios com preços muito baixos.
Ora, quem já não caiu na tentação de comprar uma blusa que não precisava só porque estava custando apenas quinze reais ou um sapato muito parecido com outro já existente no armário porque custava módicos quarenta reais? podemos citar, ainda, os brincos a dois reais, lenços a cinco reais e bolsa a vinte reais.
Por consequência, para manter a produção e consumo acelerados, surgem os produtos de baixíssima qualidade, mal fabricados, que se rasgam rapidamente ou se descosturam, perdem a cor e a textura, com uma pequena vida útil. Mas isto não é relevante, o importante é estar dentro das novas tendências.
Você já reparou que durante algumas semanas (não muitas) as pessoas – em geral as mulheres – estão usando exatamente o mesmo tipo de roupa? A tendência do momento, seja calça skinny, blusas rendadas, acessórios ora pequenos e discretos ora enormes e quase reluzentes, coletes de pele sintética... Chovem nas redes sociais as famosas fotos do “look do dia”, com uma identidade de vestimenta e acessórios alarmante. Uma mesmice, todos iguais, claro, até a próxima tendência que ocorre em seguida. Uma vez que não há como sustentar o “look do dia” se a moda não mudar freneticamente, a moda tem que ser descartável.
Então aquela blusinha de quinze reais não é mais usável após dois meses, seja porque já está se degradando, seja porque já está fora da tendência da moda – característica necessária para sustentar a indústria fast fashion – e o consumidor se sente obrigado a comprar uma nova blusa, seguindo as novas tendências.
Ou seja, pelo preço de uma peça de roupa de qualidade, com boa durabilidade e com uma tendência atemporal, os consumidores acabam por comprar várias blusas que serão rapidamente descartadas.
Desta forma o consumidor pensa que está economizando ao comprar um produto barato, mas se considerarmos a quantidade de peças descartadas, na realidade está gastando muito mais, pois literalmente compra várias vezes o mesmo produto.
Outra questão a ser considerada é que para sustentar esses preços irrisórios e incentivar o consumo, a indústria transfere toda a produção para países subdesenvolvidos, sem qualquer fiscalização das condições de trabalho, com o propósito de obter mão de obra barata.
E aqui eu abro um parênteses e indico a todos que assistam o documentário “The True Cost” que aborda o impacto do consumo exagerado de produtos de moda na vida das pessoas e no planeta.

  
Então, para que aquela blusa custe apenas quinze reais, pessoas (inclusive crianças) trabalham de forma precária e desumana, em condições análogas à escravidão, recebendo menos de um dólar por dia.
Portanto, devemos ter total consciência de que por trás de um preço baixo e atraente está um produto produzido com material de baixa qualidade e exploração de mão de obra.
Também há um outro preço a pagar: a degradação do meio ambiente. A produção de roupas consome uma quantidade absurda de água, distribuição de esgoto em redes fluviais, corantes tóxicos descartados em locais impróprios, extração desenfreada de recursos naturais, além do grande consumo de combustível (lembram que as roupas são produzidas no outro lado do mundo e tem que ser transportadas para o ocidente?). Evidente, portanto, que a indústria do vestuário causa um grande e nocivo impacto ambiental.
Há que se considerar, também, outro grande problema ambiental causado pela fast fashion: o descarte.
As roupas se tornam obsoletas tão rapidamente e são descartadas sem maiores preocupações devido a seu baixo custo, que acabam por parar nos aterros sanitários, enquanto poderiam ser reutilizadas ou até mesmo recicladas.
Evidente que o Fast Fashion é extremamente prejudicial para as pessoas, pois incita um comportamento consumista irresponsável (compre muito, descarte o mais rápido possível para comprar mais e não se preocupe com as conseqüências) e é muito agressivo ao meio ambiente.
Então esta é a hora de se pensar no consumo consciente, fugindo da moda efêmera, analisando sua real necessidade de consumo, fazendo escolhas mais sustentáveis quando das compras.
        Ou seja, o consumo pode ser trocado por uma experiência e não por uma satisfação momentânea por comprar uma peça ditada pela indústria da moda. Fazemos isso ao nos preocuparmos em adquirir produtos feitos com matérias primas sustentáveis, de fabricantes que atuam através de processos socialmente mais justos, que não exploram mão de obra (buscando fornecedores e mão de obra local) e procurando ser atento a qualidade do produto e não ao seu preço. Além disso, devemos nos preocupar em reaproveitar roupas ou procurar adquirir peças de artesãos ou em um brechó e evitar essa ditadura da moda que tenta nos convencer o que comprar e vestir.
Se os consumidores desistirem desse hábito de consumo desenfreado e descartável, as empresas de fast fashion vão ser obrigadas a mudar a maneira como produzem, diminuindo a exploração de mão e obra e o impacto ambiental.
Compre menos, escolha bem, cuide e faça durar. Afaste-se dos delírios do consumo e valorize um estilo de vida mais sustentável. Isso é bom para nós e é bom para o planeta.




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54 comentários:

  1. Que poste eiiinn.
    Esta de parabens! Sempre pensei assim e levo minha vida assim, compro apenas o necessario e quando não tenho mais.
    O consumismo ainda não me afetou, pois sempre me peguei pensando porque jogar um roupa no fundo do guarda roupa se ainda esta nova.
    E em relação a mão de obra "escrava", ja tinha pensado muito sobre, pois na minha cidade tem lojão dos 10, 20, 30 e assim sucessivamente e o custo é muito baixo. E me peguei um dia imaginando na vida das pessoas que fazem essa peça e fiquei meio pra baixo.
    Parabens por esse lindo trabalho!
    <2
    Muito sucesso!

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    1. Fico feliz que tenha gostado do post, mas ainda mais por saber que já tem consciência sobre a relação entre o preço baixo de uma roupa e a exploração de mão de obra.

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  2. Ane! Amei o seu post! 😍😍 Eu também faço parte.. sou uma defensora da moda Sustentavel.. compro em brechó SIM. a maioria das minhas roupas são de brechó e as que não são, me foram doadas... Só tenho 1 vestido que comprei numa loja e mesmo assim, ele não era fast fashion. Compartilho com vc dessa luta para mudança da cultura. Ainda não vi o documentário, mas voltarei pra ver .. e me unirei com vc nessa corrente também fazendo um post, futuramente abordando esse tema que precisa tanto ser lembrado. Bjo! Thata

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    1. Ah Thata, que alegria saber que é uma defensora da moda sustentável!!! E estou louca para ler teu post sobre esse tema! Bjs

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  3. Que mAtéria fantásticA... ainda não tinha lido nada como isso e é bem verdade. Bom, eu não sou muito de andar na moda...se minha peça é antiga e eu gosto, uso assim mesmo. É realmente um absurdo o que eu vejo mesmo de pessoas próximas, O quanto se gasta com roupas e a quantidade que é comprada todos os meses. Já algum tempo eu passei a comprar e vender algumas peças em Brechós. Sempre tem aquela peça que ainda está nova mas não aguentamos mais olhar pra ela e ai tenho 3 opções: doar, reformar e estilizar ou vender em brechós. Enfim, parabéns pelo post. Bj

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    1. Que bom que gostou no post! Fico muito feliz e espero que continue acompanhando o blog ^_~

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  4. Amei o post!Verdade! Eu não sigo muito essa coisa de moda, e não sou muito consumista. Acho que vale a pena comprar uma peça que você gosta se sente bem, que dure pra poder usar por um bom tempo e não ser descartável!
    Parabéns pelo post, nos faz pensar em muitas coisas. Beijos!

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    1. Obrigada pelo lindo comentário e fico feliz em saber que te fiz refletir sobre o assunto. Um beijo

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  5. Amei! Eu amo moda e amo comprar, mas, tento sempre comprar com consciência. Mas muito bacana o texto, faz a gente pensar bastante em algumas questões que normalmente a gente não pensa muito né?

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    1. Que bom que apreciou o post. Moda consciente é algo que deve ser levado muito a sério mesmo. Bjs

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  6. Amei o seu post! Eu geralmente escolho bem, minhas roupas duram bastante e eu adoro comprar em um brechó. Acho importante pensarmos bem nessas questões, porque é necessário pensarmos no futuro!

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    1. Também sou fã de brechós e sempre encontro peças incríveis! Fico feliz que tenha gostado do post. Bjs

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  7. Nossa!! Vendo essas fotos bate uma tensão muito grande. Antigamente eu consumia demais, hoje eu dia em penso muito na sustentabilidade e sou mais consciente. Aprendi muito no segundo grau, assisti um documentário que me deixou chocada e quando entrei na faculdade de arquitetura aprendi mais e mais nas aulas de sustentabilidade.

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    1. Espero que consiga um tempo para assistir o documentário que indiquei no post. Eu fiquei chocada com o que a indústria é capaz de fazer com as pessoas em nome do lucro rápido e fácil. Bj

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  8. as vezes compramos coisas que n sao necessarias e nos prendemos eu sempre que posso do uma reformada no guarda roupa e doou algumas roupas que n uso me faz um bem danado eu nao sou muito de comprar exageradamente mais sempre que compro muitas coisas eu doou outras tem tanta gente que precisa

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    1. Verdade. A doação é uma das ações mais lindas que podemos fazer em favor de pessoas com necessidades. Parabéns pela tua atitude e conscientização.

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  9. Amei o nome do blog, o texto 'sobre nós' e este texto!
    Assisti ao documentário recentemente e mexeu bastante comigo, mas confesso que minha atitudes não mudaram muito. Não me acho consumista, mas no fim acabo comprando em lojas de Fast Fashion (Zara) pois não tenho grana para comprar em outras lojas. Aliás, mal tenho para comprar na Zara, mas acho que as peças duram mais do que as de outras lojas de departamento.

    New in Makeup

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    1. Que alegria senti lendo teu comentário. Que bom que curtiu o blog e o post. Espero de coração que siga nos acompanhando. Bjs

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  10. Otima reflexao , normalmente sou basica compro o necessario , mais qual mulher não tem Seus Dias de consumismo??????? Nesse dia compro coisa q nem uso!!! $$$ jogado fora.

    Parabens pelo blog .

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    1. Pois é. Temos que fugir dessas armadilhas de consumir sem precisar. É difícil, mas não impossível ^_~

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  11. Que choque de realidade. Parabéns!
    Eu não sou muito ligada em moda e não participo muito desse consumo desenfreado, mas essa reflexão é ótima para conscientizar algumas pessoas que fazem isso, mesmo sem perceber.
    Beijos

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    1. Eu também tomei esse choque de realidade há um tempo atrás e desde então, tenho mudado radicalmente meus hábitos de consumo. Bjs

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  12. Estou pasma com isso meu Deus do céu devo admitir que eu sou dessas consumidoras mas eu sou bem acumuladora então eu tenho roupa de quando eu era criança ainda no meu guarda-roupa e só tiro elas para doar na igreja ou no brechó para que outras pessoas possam utilizar o que não servem mais para mim mas tudo isso é meio assustador agora vou dar mais valor as coisas que eu tenho e poder compartilhar mais com pessoas que precisam antes de mandar tudo para o lixão

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    1. Que bom que tem o hábito de doar o que não usa mais. Tantas pessoas com necessidades e ter essa consciência de compartilhar é linda! Parabéns pela tua postura e atitude.

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  13. Me encaixo no grupo de pessoal que definitivamente compra uma peça de roupa ou acessório por estar com um preço bacana. Como se houvesse uma necessidade onde não há. Achei interessante o ponto levantado nesse post. É uma realidade isso da moda correndo e mudando a cada segundo, aumentando nosso consumo muitas vezes com "sub-peças". Nossa, post MUITO bom e que nos traz uma enorme reflexão. Estamos sustentando trabalho escravo? Parabéns pelo post, incrível! Que pensemos mais sobre nossos hábitos de consumo

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    1. Que bom que gostou do post. Fico feliz com isso. Adorei a expressão "sub-peças", vou adotá-la, com certeza. ^_~

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  14. ola anjo tudo bem.. espero que sim eu vou falar ,,, rs eu sou daquela que compro o necessario ah mais nem sempre pq aqui aonde eu vivo tem uma feira de roupas lojas vende tudo na feira roupas de promoção,,,, eu como nao sou boba eu vou la compro sapato roupa boa mesmo tem ate 5€ muito bom mesmo sou consumista de promoção kkk bejs adorei seu blog amei o post bjs da ary

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    1. Fico feliz que tenha gostado do post e do blog. Espero que continue nos visitando ^_~

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  15. Olá, tudo bem?
    Olha, eu não sabia que existia esse Fast Fashion. O mundo está cada vez mais capitalista. Não tenho muito dinheiro, então me limito a comprar o necessário mas que seja de boa qualidade. Sou muito emotiva ;---; e o que mais me chamou atenção foi você ter dito que mulheres e crianças trabalham ganhando apenas um dólar por dia para fazer uma blusa de 15. Eu ameii seu post, chamou a atenção para a realidade, estou chorando aqui por causa dessa informação, sorry. Você escreve bem e eu gostei muito do post.

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    1. Obrigada pelo lindo comentário e fiquei feliz que tenha gostado do post. Bjs

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  16. Olá, é super importante mesmo sempre aborda esse tipo de assunto pois tem muita gente que sofre com esse excesso de consumismo, poi não pode ver nada barato que quer comprar, duas três peças iguais e só quem sai ganhando é propiá empresa. É um absurdo saber que ainda exista esse tipo de trabalho escravo, e é para esse tipo de coisa que temos que abrir os olhos e fazer algo para acabar, pois não é justo que pessoas e crianças trabalhem tanto e não ganhe nada. Gostei muito do assunto do post de hoje, bjs!

    http://fabiisanto.blogspot.com.br/

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    1. Que bom que gostou do tema do post. É algo para refletir, não é? Bjs

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  17. Oi Ane, tudo bem?

    Fico tão feliz em ver que as pessoas estão abrindo os olhos e olhando para essa questão social. Como trabalho nessa área de produção/logística tenho um conhecimento bem apurado de como ocorrem os trabalhos ilegais e clandestinos nos países subdesenvolvidos. É triste perceber que existem muitas crianças confeccionando e o pior de tudo é ver que eles não ganham quase nada por um trabalho que é extenuante e exaustivo ao máximo. Uma pena!
    As mulheres e homens também, ultimamente desejam estar sempre na moda e como esse mercado precisa se sustentar e entrar nas tendências, uma parte da população de algum país muito pobre sofre com isso. Trabalha como escravo. Precisamos abrir os olhos de muitas outras pessoas que nào conhecem essa realidade. Parabéns pelo post!

    Beijos!

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    1. Trabalho análogo a escravidão é um tema muito sério e deveria ser uma prioridade das autoridades em todos os países. Empresas da moda que contratam serviços terceirizados que abusam da mão de obra deveriam receber multas altíssimas com o propósito de inibir essa prática.

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  18. Eu não acho que eu sou um consumidor, eu estou sempre realmente controlando a mim mesmo, nós compramos um monte de ninharias sem a necessidade de nossos dias Eu amei o post, beijo.

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    1. Por mais que a gente cuide, acabamos por comprar essas ninharias sem necessidade e acabamos nos perguntando o porque de termos feitos isso. Mas ter consciência de que fazemos isso já é o início de uma mudança! ^_~

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  19. Olha, essa postagem é de utilidade pública viu. Como diz o ditado "o barato sai caro", esse consumismo desenfreado para estar sempre na moda é muito nocivo não só ao planeta, mas para a humanidade. Estamos cansados de saber que aqui no Brasil mesmo a polícia vive derrubando produções de roupas clandestinas principalmente com bolivianos. Cadê a parte humana desse mundo? Nem tudo é dinheiro, nem tudo pode ser só dinheiro. O lucro obtido com a fast fashion é algo inconstante, não sei como dá tão certo ainda. Amei as palavras e a opinião inclusiva em nos preservarmos dessa ditadura que tenta nos impor que precisamos trocar o guarda roupa a cada mês. Amei mesmo, beijão.

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    1. Me emocionei com teu comentário! Muito obrigada! Fato é que temos que combater mesmo o fast fashion que só pensa no lucro e coloca em segundo plano os trabalhadores envolvidos e o meio ambiente. Bjs

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  20. olá!
    Muito bom o post! Já fui bem consumista, agora estou sossegada. Compro o que preciso.
    Não me importo com moda, uso o que eu gosto. Prefiro roupas básicas.
    Abraços.

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    1. Olá Cíntia. Que bom que já tem essa postura de consumo consciente. Eu também prefiro as roupas básicas ^_~

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  21. ótimo texto de conscientização! Serviu muito para mim, pois eu desconhecia a fast fashion! Realmente, tenho lido em vários blogs sobre várias tendências de uma hora pra outra.Realmente é o fast fashion invadindo a área.Eu sou uma pessoa que não consumo tudo o que a moda dita.Consigo refazer looks com o que tenho aqui e compro em extrema necessidade. Mas sei da importância dessa consciência! Parabéns pelo post!

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    1. Me alegra saber que pude te apresentar um novo conceito de moda não sustentável e uma forma de combatê-la. Obrigada pelo comentário e espero que continue nos acompanhando aqui no blog. ^_^

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  22. Olá!
    Bastante construtivo este post! Essa é a realidade dos nossos dias. É por tudo isso que eu não sigo modas e tendências. Também compro e também aproveito os saldos para comprar mais umas coisitas e mais barato, mas sempre procuro fazê-lo de forma consciente. Raramente deito roupas fora e reaproveitar é o meu lema, tanto em roupas como nas coisas para a casa. Aliás, lá no meu blog de vez em quando publico sobre peças a que dou uma nova cara... ;)

    http://magarosa3.blogspot.pt/
    (Rosa Rosa)

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    1. Reaproveitar é um dos pilares da sustentabilidade! Parabéns pela atitude!! Bjs

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  23. Oi,
    Adorei o seu post.
    Muito consciente sobre a responsabilidade de cada um de nós a respeito sobre a Fast Fashion.
    A tendência da moda hoje em dia é assim: o que hoje está na moda, amanhã não está mais.
    Abrçs

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    1. Que bom que gostou do post. Isso me alegra e me motiva! A moda, como está hoje, deve ser mudada e tratada de forma mais consciente.

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  24. Acho esse assunto tão importante! Precisamos muito falar sobre consumo! Eu tive uma fase pesada de "fast fashion"... queria tudo o tempo hj! Ru penso muito mais pra comprar e busco escolher peças mais atemporais e de melhor qualidade. Demorei pra aprender que roupa boa é roupa que a gente usa muuuuito! Amei o post! Bjos

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    1. Que bom que superou a fase do fast fashion. É libertador, né? Fico feliz que tenha gostado do post. Bjs

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  25. Olá, tudo bem?
    Bom, achei bem interessante seu post, e ja confesso que tenho esse problema com consumo. as vezes compro coisas sem necessidade e depois me arrependo kkkk

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    1. Pelo menos tem consciência que compra sem necessidade e acaba se arrependendo. É o primeiro passo para um consumo consciente ^_~ Bjs

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  26. Olá Ane,
    este é um tema super atual e importante, não devemos deixar de comentar. A moda sempre foi uma vertente "de poder" na sociedade, não é a toa que ela está a todo momento se reinventando, para colocar um determinado grupo, ou ideia no topo, nos tópicos... e em meio a tudo isso acabamos esquecendo dos bastidores, do quanto isso pode custar em termos de vidas e meio ambiente.

    Ainda bem que essa forma de conscientização está se popularizando, eu mesma, estou querendo investir em peças que tenham maior durabilidade e que combinem com o que já tenho, não é mesmo necessário ficar completamente apegado às tendências que vêm e vão... amei a postagem, ficou super completa, bem argumentada, parabéns!

    Blog Senhorita Deise

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    1. Obrigada pelo lindo comentário. Fiquei muito feliz de saber que gostou do post. Espero que continue acompanhando o blog. Bjs

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  27. Respostas
    1. Que bom saber que compartilhamos desse cuidado com o consumo. Faço igual, uso até acabar e só compro um item quando o anterior já não pode mais ser usado. Obrigada pelo teu comentário. Bjs

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